Just London (England)

Começamos a viagem de nossa volta à Europa apertados num avião da Edelweiss, quando pensávamos que iríamos de Swiss Air. Menos mal que o voo até Zurique foi rápido (10 horas) e havia uma boa variedade de filmes e séries para assistirmos. Uma horinha de escala na Suíça e mais outra até Londres. Pegamos o metrô ali mesmo no aeroporto de Heathrow e, 40 minutos mais tarde, chegávamos em Knightsbridge, onde ficamos hospedados num loft. (Se você ainda não se cadastrou no AirBnb, clique aqui e ganhe R$179 de desconto)

A sorte começou a nos dar a graça de sua presença já no primeiro dia, antes mesmo de chegarmos à nossa hospedagem. Uma revista Time Out deixada por alguém no vagão do metrô nos deu uma das melhores dicas da viagem: uma exposição de Banksy. Gratuita. Quando entramos na galeria, fomos recepcionados pela voz de Beth Gibbons e pelo disco de estreia do Portishead. Mais apropriado somente se a trilha sonora fosse Massive Attack. O trabalho de Banksy, genial, nunca deixa de nos impressionar.

Ali, bem pertinho de casa, fica o Hyde Park, que virou nosso local preferido. Mês de julho, verão, sol e muito calor. Sim, em Londres. Inúmeras foram as corridas, matinais e vespertinas, ao redor do parque. Também ali aprendemos rápido que os ciclistas londrinos não têm muita paciência para quem está começando. Cuidado: preste atenção e se mantenha sempre na sua “faixa”.

Em nosso primeiro dia caminhamos bastante, batendo perna pelo já citado Hyde Park, por Baker Street, passando pelo Museu Sherlock Holmes. Depois esticamos para o Regent’s Park, visitamos o Soho, Picadilly Circus e fomos almoçar em Camden Market.

Camden – que lançou Amy Winehouse pro mundo – é um lugar muito apreciado por jovens e interessados em arte urbana e lojas vintage. Havia muitas opções de comida, das mais variadas nacionalidades, com inúmeras barraquinhas. Acabamos optando por um fish & chips que, se não estava ótimo, estava pelo menos honesto. Em Soho, saboreamos uma sobremesa supercalórica na loja de doces Maison Bertaux, e fomos atendidos por um simpático garçom brasileiro.

Nos dois primeiros dias caminhamos uma média de 30 quilômetros, o bastante para deixarmos de calcular o percurso do resto da viagem.

Fazíamos tudo a pé: Victoria & Albert Museum, Buckingham Palace, Big Ben, London Eye (a famosa roda-gigante), Trafalgar Square, National Gallery…  

Um circuito especialmente interessante para crianças é o que envolve o National History Museum e o Science Museum, um complementando o outro.

Seguindo uma dica valiosíssima, íamos ao mercado sempre em busca de produtos com a etiqueta “reduced”, aqueles que logo teriam a validade vencida e, por isso, tinham o preço reduzido. Em pouco tempo nos convencemos de que estávamos comendo muito melhor do que no Rio: a comida era mais saudável e, pasmem, mais barata.

Aproveitamos também para praticar atividades físicas no parque, sempre cheio de pessoas ávidas por um bronze. Era hora de pensar na melatonina e na vitamina D: este foi o verão mais quente e seco dos últimos 100 anos em Londres e, ao contrário de outras vezes, não vimos por nenhum momento chuva nem frio.

Definitivamente a sorte estava do nosso lado. Uma semana havia se passado e era hora de partir pra Irlanda. Próxima parada: Dublin.

PS.: Agradecimento especial a Elisa e Rodrigo.


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