Dias de sonho na Paraíba

Tabatinga é longe do Rio, mas chegar lá não é tão difícil assim. Apenas algumas horas (de 4 a 5) separam cariocas de paraibanos. O que, levando-se em conta férias de verão, alta temporada, Região dos Lagos etc., não é muita coisa. Escolha mais acertada para passar o Réveillon não poderia haver.

O voo Rio-João Pessoa dura pouco menos de três horas. Ao chegar lá, alugamos um carro no aeroporto da capital paraibana e, 40 minutos depois, chegávamos no Nord Luxxor Tabatinga, nosso hotel em Conde.

A localização do hotel não poderia ser melhor – na frente do mar – e nossa viagem se limitou a explorar as praias mais próximas, aquelas que podíamos chegar a pé. No máximo pegávamos o carro para um pulinho em Jacumã, para fazer compras no mercado ou para dar uma variada na (boa) comida do hotel por algo diferente.

Em Jacumã, pode-se beber cervejas artesanais e frequentar bons estabelecimentos* nos quais se come de tudo: desde pratos típicos (caldeirada e similares), até costela assada, pizzas e pratos filipinos, num (ótimo) restaurante japonês.

As praias de Tabatinga e arredores são praticamente desertas, com falésias enormes e natureza quase intocada, de águas mornas e transparentes e com famílias de tartarugas. Atentos ao movimento das marés, alternávamos nossas atividades entre caminhar, correr na areia, ou simplesmente ficar de pernas pro ar, sob a barraca, bebendo e petiscando. Além disso, outras opções incluíam jogar frescobol, praticar ioga, nadar ou ler.

À esquerda de nosso hotel, corria um rio paralelo à praia, ideal para aquelas pessoas que preferem tomar um banho de água doce após sair do mar. Pode-se alugar cadeiras e guarda-sol enquanto são servidos petiscos e bebidas. Em relação à nossa hospedagem, as atendentes eram sempre muito simpáticas, e as instalações contavam ainda com, além do restaurante, salão de jogos, redário, academia, playground infantil e piscina.

À direita, há uma praia deserta com falésias e, em seguida, Coqueirinhos, considerada uma das praias mais bonitas do Brasil. No final de Coqueirinhos há barracas de comida e bebida.  É uma praia mais movimentada, pois há acesso de carro, mas ainda assim o movimento está longe dos padrões cariocas.

Com exceção do restaurante do hotel, só utilizamos a área da piscina, aproveitando suas mesas e espreguiçadeiras em alguns momentos. Isso porque passávamos o dia inteiro na praia, com os pés na areia. Usamos muito mais o chuveiro da piscina – para tirar o sal – do que ela propriamente dita.

Nossa passagem de ano foi bem tranquila. Ignoramos a festa do hotel e fomos pra praia, de onde conseguimos apreciar a queima de fogos e pular as 7 ondas.

Geralmente encerrávamos nossos dias com um último mergulho no mar, banhados pela lua, admirando a noite cair de dentro d’água. Foram dias de sonho, aproveitados ao máximo, num paraíso (ainda) pouco explorado e quase desconhecido.

*Alguns restaurantes que recomendamos: Matsuri Sushibar e Restaurante, Turek Grelhados Bar, A Creperia, Arca de Bilú.

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